quarta-feira, 14 de maio de 2014

Acordem Gugus e Lulus! O contra-artigo do alívio.  
(Autor: Jean Richard) 14/05/2014


                    Iniciamos esta semana aliviados. Felizmente aliviados após um artigo de um senhor que não merece ter seu nome citado, para não dar-lhe mais fama do que merece ter; dada a sua falta de competência e ausência de compreensão nos assuntos educacionais. Por que sentir-se aliviado com um artigo publicado em uma revista que não vale a pena ser vista, apesar do que com letras garrafais se pede em sua capa? O alívio é porque em seu texto, de qualidade suspeita, o dito autor prometeu que será a última tentativa de escrever para os professores brasileiros.
                   Agora, conhecendo a razão do alívio, sabemos que isso é um grande motivo para se comemorar, pois se o que o distinto cavalheiro escreveu não for mais uma de suas enganações e ele for uma pessoa que cumpre honradamente palavras ditas, ou como alguns podendo de maneira até mais radical cobrá-lo citando o dito popular, honrar o que, se supõe, ter entre as pernas; finalmente estaremos livres de mais um pseudo-especialista em um determinado assunto. No caso desse pseudo-autor, o público em geral estará livre de mais um que pensa saber algo sobre a educação. O mundo sabe que o Brasil está cheio de pseudos-alguma-coisa que entendem muito pouco, quase nada ou simplesmente nada do assunto que tentam falar ou escrever. Esse não é o primeiro e, para azar dos brasileiros, não será o último pseudo-alguma-coisa do país.
                   A nação, infelizmente, está repleta de Gugus, Dudus, Zuzus e Lulus que enganam o povo com teorias e teses falsas fabricadas e compradas. Sem fundamentos e distantes da realidade, falácias teóricas são vendidas na mídia e alcançam o público, que muitas vezes inocentemente tomam como verdades inabaláveis. Pior, é quando governantes compram essas ideias de maneira intencional para poderem, através da grande mídia, manipular a opinião pública. O senhor sem nome não conseguirá enganar o povo e nem manipulá-lo com um texto tão baixo, pois com sua argumentação leviana e infundada, enforcou-se em seu próprio cadafalso ao tentar responsabilizar os professores por todos os problemas do sistema educacional. O leigo autor é extremamente leviano e ofensivo ao escrever, utilizando-se de maneira ridícula e pobre, generalizações que o povo sabe não serem verdades. Já se sabia que o infeliz autor era uma pessoa apenas ligada a números, e sem surpresas, observam-se no artigo suas reais intenções vis, ao querer de maneira rasteira, desmoralizar e destruir perante a sociedade, toda uma categoria, que apesar de todos os problemas ainda é uma das profissões mais respeitadas pelos brasileiros; mesmo com os constantes ataques ralos produzidos por políticos e órgãos midiáticos. Esse respeito e valorização conquistados do público para os educadores, certamente não é o mesmo que se vê quando a população precisa dizer algo a respeito de economistas, advogados, empreiteiros, jornalistas, políticos, juízes, etc. Hoje, a grande maioria dos brasileiros acredita que uma parcela desses profissionais visa, de maneira egoísta, unicamente os próprios interesses, e como popularmente dizem, se lixam para o coletivo. Alguns sinais desse desinteresse pela coletividade são visíveis – ou escritos - em qualquer canto do país e presenciados todo santo dia por qualquer verdadeiro trabalhador mais atento. Ainda bem que hoje temos uma sociedade mais bem informada, mais crítica, mais politizada e mais bem educada, para desgosto da elite autoritária e burguesa.
                    Nossa sociedade, não acredita mais assim tão fácil em contos de fadas elitistas do tipo: Era uma vez um rico que venceu e deve ser servido pelo pobre infeliz, que apesar de não ter vencido deve acreditar e aceitar que servir é seu destino. Diferente do que os Gugus e as Lulus escrevem e dizem, a população abandonada pela elite, apesar dos percalços, tem sido sim, muito bem educada pelos professores que, também abandonados pelo poder público, são os que ainda dão esperança para o povo de que a escola pública, também tão maltratada e esquecida, seja a solução para uma vida melhor dos estudantes. Pais são testemunhas da dedicação e esforço de professores para que seus filhos aprendam e tenham grandes oportunidades no futuro. No ensino público os pais esperançosos colocam seus filhos, e são os professores da escola pública que contribuíram ao longo dos últimos anos para que a sociedade atingisse um grau maior de criticidade; e ainda contribuem. Na verdade, pessoas com um alto nível de criticidade é o grande temor dos governantes e mídia, por isso a escola pública e seus educadores tem sido atacados de forma sistemática e cruel. Parece estar em andamento uma tentativa orquestrada de desmoralizar o ensino público e seus funcionários, para que ao final consigam o grande intuito que é a privatização do ensino, e assim liberarem para outras coisas as grandes verbas destinadas para a educação. Esses dados os Gugus e Lulus ignoram ou fingem ignorarem para possibilitar a continuação de maneira deliberada e acintosa os ataques ao sistema público de ensino que é o pouco que resta de credibilidade nesse país.
                    A única coisa que se pode concordar no artigo tão infeliz do pseudo-autor é que ele acertou ao escrever que o povo está ao lado dos professores. Para assombro e incapacidade intelectual do pobre autor, o povo está realmente do lado dos educadores, não porque tem pena deles, mas sim porque são parceiros, respeitam e compreendem todas as dificuldades que juntos vem enfrentado para educar de maneira digna as crianças e jovens desse país. Jogados a própria sorte pelo poder público e pela grande mídia mentirosa, pais e professores são obrigados a se virarem sozinhos para capacitar os estudantes para o mundo que conviverão. Pais e professores sabem que os valores investidos, citados pelo triste autor, na verdade só tem enriquecido empresários e suas empresas, que gananciosamente entram no sistema educacional para obterem lucros fáceis e garantidos. É bom informar ao desinformado autor que gosta de números, que se pesquisasse o que foi “investido” em educação, descobriria que tem muita editora (inclusive para a qual trabalha), gravadora, empresa alimentícia e de limpeza, fornecedora de uniformes e material escolar, para não falar de outras tantas, que enriquecem seus cofres com o dinheiro “investido” na educação.  O lúgubre autor, que não sei se é careca e isso pouco importa, deveria guardar seu proverbial pente para quando precisar e quando souber e compreender plenamente o que realmente significa investir em educação. A população brasileira e os educadores já estão cansados de ver diariamente quanto dinheiro público é desperdiçado e não atinge seus reais objetivos.
                    A insistente perseguição do medonho autor aos professores, parece ter se inspirado no deus Asteca Huitzilopochtli que tinha a característica bizarra de saciar sua fome comendo humanos como “lanchinho”. Será que nos seus devaneios íntimos e desjejuns diários os professores são vistos e desejados como o seu “lanchinho”? Quando a máscara do desconhecimento da realidade do sistema educacional cai, o que se vê é um monstro sem caráter. O povo, que ao contrário do que os pseudos-autores pensam, tem discernimento e sabedoria para perceber quando um texto extrapola a realidade. Sábios, conseguem constatar a falsidade e a cumplicidade escusa nas letras dos Gugus e das Lulus.
                    Aos brasileiros, cabe descobrirem o que os reais educadores desse país já sabem: sempre haverá dândis que nunca estudaram ou vivenciaram verdadeiramente uma escola pública brasileira, mas tentam sem sucesso falar ou escrever sobre elas. Esses dândis contemporâneos, com seus olhares distantes e diplomas supostamente conceituados, algumas vezes internacionais, desconhecem e se negam a sentirem na pele todos os dramas daqueles que realmente, mesmo em meio a todas as dificuldades, forjaram e ainda forjam esta nação.
                    O Brasil cansou de intrometidos na educação, como alguns economistas que há décadas cospem na cara dos brasileiros sua arrogância monetária e subtraem do povo, todo dia, mais valores que arrancam impiedosamente da sociedade, principalmente dos mais desfavorecidos e levam o cidadão incauto e desguarnecido para a beira da falência econômica, social e moral. Com seus tablets e calculadoras financeiras tentam mostrar que possuem o resultado para o crescimento e melhora do país, mas só monopolizam cada vez mais seus ganhos e o das grandes corporações. Enquanto os falsos teóricos da salvação se trancam em suas fortalezas inexpugnáveis, andam nas ruas com seus blindados e sua polícia particular e matriculam seus filhos em escolas altamente elitistas, aqui ou no exterior, a sociedade se engalfinha e se mata nas ruas, por um pedaço de pão, um troco a mais, um tênis de marca, um “barato” que contagia ou uma zoeira passageira. Aqui, na “terra brasilis”, tentam culpar a educação por tudo. Mas, esse povo que se mata nas ruas e vive essa situação crítica diária de descaso dos nossos líderes que detêm o poder econômico e político do país, felizmente e duramente ainda só sobrevive, no sempre chamado país do futebol, exclusivamente por causa do esforço e da vontade dos professores, gestores, familiares e alunos que ainda trabalham, frequentam e estudam nas escolas públicas.
                    A educação é parte de um processo, mas os professores e gestores das escolas públicas, com raríssimas exceções, preste bem atenção desatento autor, são os únicos que ainda tem a coragem de atuarem na linha de frente, e obviamente com a grandíssima maioria de pais e alunos os reconhecendo e ainda valorizando seus trabalhos. As comunidades em torno das escolas há muito já se sentem abandonadas pelo poder público e pela grande mídia que só comparecem, como urubus, com seus helicópteros sobrevoando as áreas carentes, apenas para noticiarem com estardalhaço mais um crime, e ao vivo continuarem estigmatizando e rotulando negativamente regiões carentes e seus moradores. Por que será que os pseudo-teóricos-de-alguma-coisa não cobram as autoridades e a grande mídia para que os urubus de plantão planem com mais vigor e tempo sobre as riquezas ilícitas de políticos e de empresários? Essa riqueza ilícita, sim, é um crime hediondo e detestável que lesa e mata indiscriminadamente, crianças, jovens, adultos e idosos desse país. Será que nesse caso, para os pseudo-teóricos da educação, a falta de educação escolar não é a culpada? Tentem explicar para o povo os motivos para vocês não encontrarem culpa na educação para esses casos. Ou será então que seus números, estatísticas ou estudos são incapazes, não devem ou não querem alcançar esses dados?  Pelo que se constata, muitos dos políticos e empresários corruptos vêm de grandes colégios particulares. Alguns privilegiados, como os Gugus e as Lulus também estudaram fora do país em grandiosas e centenárias instituições internacionalmente reconhecidas.  Então, os Gugus e as Lulus, antes de escreverem suas ofensas e teorias sem alicerces, precisam saber que o professor da escola pública que inadvertidamente ou displicentemente um dia leu apenas para si seu jornal em sala de aula é tão culpado pela falta de educação de qualidade nas escolas, quanto um professor do rico ensino privado que inadvertidamente ou displicentemente um dia leu apenas para si seu Engels em sala de aula.
                   O povo também não aguenta mais o velho discurso dos Gugus e das Lulus quando falam em: “educação para NOSSOS filhos”. Assim como os políticos em época de campanha, os Gugus e as Lulus insistem em incluir seus filhos no rol do cidadão comum e desassistido, como se ninguém soubesse que os filhos deles, em sua grandíssima maioria, nunca frequentaram os bancos de uma escola pública. A população, que não é boba, bem sabe que os filhos dos Gugus e das Lulus estão matriculados nas escolas particulares mais renomadas desse país ou até do exterior, com mensalidades que superam, muitas vezes, o salário de um ano inteiro do simples trabalhador. O mais incrível é que em muitas dessas escolas particulares, aos filhos dos Gugus e das Lulus são oferecidos programas pedagógicos muito diversos dos que seus pais apregoam como soluções miraculosas para os reles mortais da sociedade que não tem o mesmo privilégio de poder pagar altas mensalidades. Hipocritamente vendem um ideal para os filhos do povo e compram outro para seus filhos. Pedem para que, conformados andemos de fusca, e andam acintosamente de Ferrari. Muitas vezes, matriculam seus filhos em escolas de ensino rigorosamente tradicional, mas para os filhos dos pobres enaltecem as escolas ditas libertárias. 
                   Ao equivocado autor, os professores informam que já possuem qualificação prévia, pois passaram pelos bancos das escolas superiores, assim como tantos outros profissionais. E os educadores não podem deixar o pseudo-autor esquecer - já que suas observações são obtusas – que os docentes continuam a se qualificar diariamente, seja fazendo outros cursos ou especializações, e certamente nunca negará a continuar se qualificando, como todo profissional atualmente precisa; inclusive os pseudo-autores que correm o risco de se tornarem inúteis ao escreverem o que não sabem. O iludido autor deve ter em mente que a melhor das qualificações é o convívio na prática diária que os professores possuem com seus alunos. Essa qualificação o senhor nunca conquistará, pois somente os abnegados, corajosos, determinados, capacitados e competentes conseguem possuir. Há décadas os verdadeiros educadores não ignoram a realidade e são protagonistas na construção desse país. Se o país está no pé em que está, é por causa de nossas lideranças falhas e corruptas. Se não fossem as qualificações dos professores o caos certamente seria muito maior. 
                  Os pais dos alunos de escola pública, ao contrário do que o capcioso autor sugere, com certeza não escolheria o professor do seu filho na rua, mas certamente se tivessem a oportunidade de escolher alguém na rua para gerir algumas áreas tão mal administradas nesse país, não seria improvável que o Brasil poderia estar bem melhor. Muito provavelmente, se escolhessem na rua uma dona de casa para gerir a economia teríamos sucesso no combate à inflação e no controle de gastos. É quase certo, que se escolhessem alguém na rua para legislar e julgar teríamos um país mais disciplinado e sem impunidade. Talvez, se escolhessem um escritor na rua teríamos alguém que escrevesse só verdades e muito melhor que alguns Gugus e Lulus. Para não dizer que os professores são um pessoal ressentido, eles agradecem por reconhecer que são os guardiães e retransmissores do conhecimento acumulado ao longo da história da humanidade. Mas, esses mesmos educadores, tão injustamente espezinhados por ti, o alertam, que por algum motivo, o senhor deve ter perdido um pouco desse conhecimento acumulado por eles transmitidos, se não o senhor teria melhores e verdadeiras argumentações para falar e escrever sobre educação e conseguiria também escrever um texto minimamente digno e correto. Ainda bem que democraticamente a categoria sempre permite que todos opinem sobre a educação, até aqueles que cospem inverdades e sabem pouco ou quase nada sobre o assunto e sobre giz. Não é mesmo, senhor? Será que um dia os professores terão a mesma liberdade para opinarem sobre economia, política, segurança, saúde, etc. Até o momento certamente não tiveram e futuramente não terão. E juntamente com outras categorias de profissionais desamparados e aposentados, continuarão a serem massacrados por economistas que sempre tentarão de maneira falsa provar que não existe dinheiro para melhores salários. Enquanto isso o povo assiste revoltado e desolado grandes somas de dinheiro “viajando” por diversas mãos sujas com as tintas de cédulas desviadas dos cofres públicos de maneira legal e não-legal. Então, os professores nem brigam mais obsessivamente só por salários, pois sabem que existem pessoas muito mais obsessivas pelo dinheiro público que não chega a quem de direito. Também sabemos que existem pseudo-estudiosos muito obsessivos em perseguir os profissionais da educação. Por que será? Será que os pseudo-autores também correm obsessivamente por cachês mais altos quando escrevem sobre a educação? Não, talvez não. Isso deve ser inconsistente, pois se o cachê do pseudo-autor tivesse sido maior, certamente o seu texto teria sido de uma qualidade muito superior.

                    Para finalizar, já comemorando o alívio caso o esquecível autor cumpra a promessa, só resta dizer aos Gugus e Lulus que gostam de falar e escrever sobre a educação, que o respeito da sociedade não virá com seus textos inverídicos, suspeitos e ofensivos. Virá quando começarem a notar suas ignorâncias em determinados assuntos e lutarem para saná-las conhecendo profundamente a realidade brasileira, proporcionando ao país textos dignos e verdadeiros que realmente venham a contribuir educativamente para o engrandecimento do país.

terça-feira, 5 de julho de 2011

O Nascimento da Língua Portuguesa


          Em 1112 Portugal tornou-se a primeira nação da Europa a virar Estado, mas a língua falada ainda não era o português. O que se falava entre os séculos V e IX era o galego-português ou romanço que estava um passo adiante do latim vulgar. O português arcaico se consolidou até o século XII. Em Portugal a escrita era feita em latim bárbaro, idioma principalmente usado pelos notários e tabeliães. Aos poucos o vernáculo das ruas (o proto-português), foi ganhando espaço e no século XIII surgiram os primeiros escritos no português-arcaico. O fortalecimento do vocabulário aconteceu no período das guerras contra Castela, que desejava reanexar o território português, e Portugal procurou fortemente demarcar sua diferença, ainda mais com as lutas com os mouros e com o constante contato com mercenários estrangeiros. O rei Diniz acabou oficializando a Língua Portuguesa em 1279

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Raging Words

     Because people are impatient and out of control, we have some raging words specific for each situation.
AIR RAGE: when people become violent on planes. COMPUTER RAGE: when a computer doesn´t function. DESK or OFFICE RAGE: violent at work. ROAD RAGE: drivers are angry and attacks other motorists. CHECK-OUT RAGE: violent at the supermarket.
ELEPHANTS
Rage can also cause terrible events such as the Columbine High School massacre in Colorado, in 1999, This inspired Gus Van Sant´s 2003 film, Elephant, but why did he use that title? The term "the elephant in the room" refers to a problem that no one talks about, but everyone knows exists. Then we have pink elephants and white elephants. People see pink elephants when they are drunk. A white elephant, on the other hand, is something that is both  useless and expensive. This phrase comes from East Asia where people gave their enemies a white elephant in order to ruin them. (Speak Up 241 - June 2007)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Affecting eternity

Author: Jean Richard
Text for Redefor/Unesp
1st Video: "Another brick in the wall" - Pink Floyd
2nd Video: "School" - Roger Hodgson (Supertramp)

          It´s undeniable that the songs "Another brick in the wall" and "School" are memorable and important in the history of world music. Both deal with the school universe. The first through the Pink Floyd, became one of the greatest classical music and the second from Supertramp although less known it´s also relevant. Both are praised by critics and audiences. The approach to education is different in these two songs, each one focusing on the subject with different points of view.
          In the lyrics of Pink Floyd's song the vision is quite radical in saying that children don´t need education; school education. With a remarkable and achievement melody that enjoyed and still winning many people even if they don´t know the contents of their letters, it´s important when it criticizes the attempt to control individual thought through the mass of the principles and ideas, cruelty imposed by the "strongest" (teachers) under the "weaker" (students). But to have a better and clearer understanding of this work by the British band we should really watch the video of the song in the rock-opera movie "The Wall". In the scenes we can see all the radicalism of this critical view of education. Extremes emerges in a dark and scary universe showing school students as in a manufacturing assembly line where they are submissive to cruelty and indifference of teachers without common sense that humiliate and despise the creativity of students.
          We have to take into account that at the time the letter and the film were produced, the world was living moments of great social and political protests and any evidence that would be a minimum of authoritarianism was strongly condemned. Consequently, education and the teachers were joined to the list of protesters who held more libertarian ideals and believed that education and teachers had their share of blame in the search for a better world. It´s true that there were and still having executioners in education, but the great truth is that they have been always a minority that can happen in any social class or political core. The education and teachers should never be condemned because of some failures and few people who didn´t work right. Many took advantage and still taking advantage of the song and the movie to continue the sentencing of education. But the film itself shows no salutary solution to these challenges. Rather, in the end of the same movie we saw students rising up and taking control of the school and what happens is a chaotic and anarchic vision with students destroying the school and the teachers. This view isn´t beneficial and serves to warn those who advocate the end of education and teachers that everybody are running a serious risk of living in a chaotic world where everyone only will have more problems. In some way we're already experiencing similar situations as the film's ending, where there isn´t more respect and interest in the education and educators. We are living near to the chaos in the schools with education and professionals being depreciated and different from the movie that says education creates humans to be handled easily. Nowadays students that are liking to have no education as the song wishes are really becoming manipulable men different from the others that have an education. The letter also suffers when it states that we are just a brick in the wall. It´s true that we are a brick in the whole process and maybe a brick can be missed in the "structure”, but some lacks of bricks certainly won´t hold a "structure ".
         
                                 Unlike the previous song, "School" introduces us to a universe more conciliatory about education and it preaches the need for participation and commitment of those involved in the process. The teacher is one who contributes and helps the students to learn, discover and prepares them for the world and life. The song calls to attention, respect and trust for the teachers guidelines and all he wishes is to help the students to become better persons.
          The two points of views above are different but it´s sure that in a way or another, less or more we´ve all had experiences with bad and/or cruel teachers. Maybe cried or stayed upset wishing to never return to school, but everybody have to remember the good moments  passed in school and the good teachers we had and how much we learned and how they were important to our growing as human being. No matter the problems, everybody must go on in life and keep believing that school it´s extremely necessary for all mankind. It helped us to get where we are and in the progress of people and the world. Finally we have to remember Henry Adams: “A teacher affects eternity; is impossible to tell where his influence stops”.
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Tradução para a Língua Portuguesa

Afetando a eternidade

Autor: JeanRichard - Texto para Redefor/Unesp

                                      
          É inegável que as canções "Another brick in the wall”(Mais um tijolo no muro) e "School"(Escola) são memoráveis ​​e importantes na história da música mundial. Ambas lidam com o universo escolar. A primeira através do Pink Floyd, se tornou um dos maiores clássicos da música e a segunda do Supertramp, embora menos conhecida é também relevante. Ambas são elogiadas pela crítica e público. A abordagem à educação é diferente nestas duas músicas, cada uma focalizando o tema com pontos de vista diferentes.
          Na letra da canção do Pink Floyd, a visão é muito radical ao dizer que as crianças não precisam de educação, a educação escolar. Com uma melodia marcante que agradou e ainda continua conquistando muitas pessoas, mesmo que elas não saibam o conteúdo de suas letras, é importante ao criticar a tentativa de se controlar o pensamento individual, através da massificação dos princípios e das idéias, a crueldade imposta pelo  "mais forte" (professores) sobre o "mais fraco" (estudantes). Mas para ter uma compreensão melhor e mais clara do trabalho da banda britânica devemos realmente ver o vídeo da canção no filme ópera-rock "The Wall". Nas cenas, podemos ver todo o radicalismo dessa visão crítica da educação. Extremos surgem em um universo sombrio e assustador mostrando os alunos da escola como em uma linha de montagem de fábrica, onde são submissas à crueldade e à indiferença de professores sem o senso comum e que humilham e desprezam a criatividade dos alunos.
          Temos que levar em conta que no momento em que a letra e o filme foram produzidos, o mundo estava vivendo um período de grandes protestos sociais e políticos e qualquer evidência de um mínimo de autoritarismo era fortemente condenada. Consequentemente, a educação e os professores foram juntados à lista dos manifestantes que lutavam por ideais mais libertários e acreditavam que a educação e os professores tinham sua parcela de culpa na busca por um mundo melhor. É verdade que existiram e continuam a existir carrascos na educação, mas a grande verdade é que eles sempre foram uma minoria que pode acontecer em qualquer classe social ou política. A educação e os professores nunca devem ser condenados por causa de algumas falhas e algumas pessoas que não trabalham direito. Muitos se aproveitaram e ainda aproveitam a música e o filme para continuar condenando a educação. Mas o filme em si não apresenta solução saudável para esses desafios. Pelo contrário, no final do mesmo filme vemos os alunos levantando-se contra e tomando o controle da escola e o que acontece é uma visão caótica e anárquica com os alunos destruindo a escola e os professores. Essa visão não é benéfica e serve de alerta para aqueles que defendem o fim da educação e dos professores e todos estão correndo um sério risco de viver em um mundo caótico onde todos só terão mais problemas. De certa forma já estamos enfrentando situações semelhantes, como no final do filme, onde não há mais respeito e interesse na educação e nos educadores. Estamos vivendo perto do caos nas escolas com a educação e os profissionais sendo depreciados e diferente do filme que diz que a educação cria seres humanos para serem manipulados facilmente, os estudantes atuais que estão gostando de não ter educação como deseja a canção é que estão realmente tornando-se  homens manipuláveis ​​diferente dos outros que têm uma educação. A letra também peca quando afirma que somos apenas um tijolo no muro. É verdade que somos apenas um tijolo em todo o processo e talvez um tijolo pode ser descartado na "estrutura", mas sem alguns tijolos, certamente não haverá uma "estrutura".
         Ao contrário da música anterior, "School" nos introduz a um universo mais conciliador sobre a educação e prega a necessidade de participação e compromisso dos envolvidos no processo. O professor é aquele que contribui e ajuda os alunos a aprender, descobrir e prepara-os para o mundo e a vida. A canção chama a atenção para o respeito e confiança nas orientações dos professores e tudo o que ele deseja é ajudar os estudantes a tornarem-se pessoas melhores.
          Os dois pontos de vista acima são diferentes, mas é certo que de uma forma ou de outra, mais ou menos, todos nós tivemos experiências com professores ruins e/ou cruéis. Talvez, chorado ou chateado desejando  nunca mais voltar para a escola, mas todos tem que lembrar os bons momentos passados ​​na escola e os bons professores que tivemos e o quanto aprendemos e como foram importantes para nosso crescimento como seres humanos. Não importam os problemas, todo mundo tem que seguir na vida e continuar acreditando que a escola é extremamente necessária para toda a humanidade. Ela ajudou a chegarmos onde estamos e no progresso das pessoas e do mundo. Finalmente temos que lembrar Henry Adams: "Um professor afeta a eternidade, é impossível dizer onde sua influência termina".

domingo, 22 de maio de 2011

Tijolos em ordem transformam-se em uma casa

            
   O pedreiro recebe uma planta pronta de uma casa. Pode não conhecer todos os cálculos efetuados pelo engenheiro que a planejou, mas é capaz de compreender e executar as etapas necessárias da sua construção, chegando ao objetivo final que é a conclusão da casa. Tijolo a tijolo, segue uma ordem e uma sequência lógica e perceptível para ele, para que possa alcançar o resultado final na sua obra.
              Assim, como na construção da casa, e considerando o letramento do pedreiro e do engenheiro para um fim específico, o professor deve “engenhar” as suas atividades seguindo uma sequência didática que possibilite ao aluno a compreensão durante suas etapas para se alcançar os objetivos propostos. Como facilitador, o professor deve estar atento aos contextos e discursos vivenciados pelos alunos e pelas comunidades em que vivem. Isso ajudará na escolha dos gêneros adequados a serem trabalhados. No decorrer de todo o processo é interessante não esquecer o pensamento de Dolz, Noverraz e Schneuwly , que salientam a importância de se trabalhar com a organização de módulos, contribuindo para que os problemas possam ser resolvidos e superados pelos próprios alunos.
              A progressão organizada a partir da situação inicial pode levar ao aluno a construção do conhecimento na língua inglesa, através de cada etapa do processo de ensino-aprendizagem. A interação e envolvimento aumentarão à medida que o aluno perceba que o que está aprendendo faz ou poderá fazer sentido para sua vida social.
              Portanto, é importante que como cada tijolo que o pedreiro utiliza para a construção de uma casa, o aluno, beneficiando-se de processos didáticos sequenciais e organizados, consiga construir seu conhecimento na língua inglesa, atingindo uma compreensão que o possibilite interagir com os diversos gêneros trabalhados, e assim, também visualizar sua “obra” concluída com sucesso.

Autor: Jean Richard

domingo, 15 de maio de 2011

Vivenciando o admirado mundo novo tecnológico

   Autor: Profº Jean Richard
            Já estamos vivendo em um “Admirável Mundo Novo” - emprestando o título da famosa obra de Aldous Huxley - e também desfrutamos de um momento, como na citação de Nicolas Berdiaeff no início do livro, onde: “As utopias parecem ser bem mais realizáveis do que se poderia acreditar antigamente.”. Outra semelhança possível do clássico literário com a sociedade atual é o Selvagem do livro que vive um dilema entre a alternativa utópica e primitiva. Muitas pessoas, inclusive professores, também vivem dilema semelhante. No caso dos professores o dilema é: Como? Quando? Onde? Para quê? Por que utilizar práticas tecnológicas em sala de aula?
              Para responder essas questões é necessário primeiramente saber que a utilização de práticas tecnológicas com o uso de internet, celulares, iPods, entre outras, podem tornar as aulas mais atrativas, já que muitos estudantes convivem, utilizam ou são familiarizados com as novas tecnologias e dado o interesse e curiosidade dos alunos com essa modernidade, cabe ao professor demonstrar as possibilidades de aprendizagem e progressos que eles podem adquirir sabendo aproveitar os recursos que as tecnologias oferecem. Mas, é nesse saber aproveitar os recursos que talvez resida o dilema de muitos professores. Muitas vezes por falta de estrutura adequada, conhecimento, qualificação ou até mesmo insegurança pessoal os docentes não utilizam a tecnologia como aliada e perdem a oportunidade de incrementar e valorizar suas atividades com os alunos. No caso específico para o aprendizado da língua inglesa a internet oferece uma infinidade de ferramentas como, videos, áudios, testes, jogos, textos, etc. As possibilidades de escolhas são quase infinitas com atividades para qualquer tipo de pessoa, faixa etária, série escolar e podendo-se trabalhar com os mais variados assuntos ou temas. Posso confirmar que as experiências são gratificantes, pois a interação e interesse dos alunos são grandes, principalmente com o uso de testes e jogos que estimulam a criatividade e o desafio, e com o estímulo permanente do professor para que acreditem em suas potencialidades para a resolução dos problemas sentem-se mais confiantes na tentativa de resolvê-los e assim aprender.
              Portanto é necessário que haja um incentivo constante do professor para o uso das novas tecnologias para o benefício de todos, mas ressaltando que não precisa-se abandonar totalmente o uso do velho e bom livro, mesmo porque não queremos e não precisamos ter pessoas condicionadas tecnologicamente desde a infância com ódio instintivo aos livros como ocorre no best-seller de Huxley. Citando novamente Berdiaeff -  “...As utopias são realizáveis. A vida caminha em direção às utopias.” - , termino afirmando, sejam as utopias individuais ou coletivas elas sempre existirão e o que precisamos primeiramente é compreender e viver o momento para realizarmos o futuro.

Aprender a aprender

        É com muita alegria e satisfação que inauguro meu blog. Agradeço a Deus esta oportunidade de poder comunicar-me e trocar ideias com os amigos internautas. Espero com minhas postagens contribuir para a conquista de mais informação e com certeza também poderei aprender com todo mundo.
        Minha primeira contribuição é um video para refletirmos sobre o ato de aprender.
        Boa reflexão!