quarta-feira, 25 de maio de 2011

Affecting eternity

Author: Jean Richard
Text for Redefor/Unesp
1st Video: "Another brick in the wall" - Pink Floyd
2nd Video: "School" - Roger Hodgson (Supertramp)

          It´s undeniable that the songs "Another brick in the wall" and "School" are memorable and important in the history of world music. Both deal with the school universe. The first through the Pink Floyd, became one of the greatest classical music and the second from Supertramp although less known it´s also relevant. Both are praised by critics and audiences. The approach to education is different in these two songs, each one focusing on the subject with different points of view.
          In the lyrics of Pink Floyd's song the vision is quite radical in saying that children don´t need education; school education. With a remarkable and achievement melody that enjoyed and still winning many people even if they don´t know the contents of their letters, it´s important when it criticizes the attempt to control individual thought through the mass of the principles and ideas, cruelty imposed by the "strongest" (teachers) under the "weaker" (students). But to have a better and clearer understanding of this work by the British band we should really watch the video of the song in the rock-opera movie "The Wall". In the scenes we can see all the radicalism of this critical view of education. Extremes emerges in a dark and scary universe showing school students as in a manufacturing assembly line where they are submissive to cruelty and indifference of teachers without common sense that humiliate and despise the creativity of students.
          We have to take into account that at the time the letter and the film were produced, the world was living moments of great social and political protests and any evidence that would be a minimum of authoritarianism was strongly condemned. Consequently, education and the teachers were joined to the list of protesters who held more libertarian ideals and believed that education and teachers had their share of blame in the search for a better world. It´s true that there were and still having executioners in education, but the great truth is that they have been always a minority that can happen in any social class or political core. The education and teachers should never be condemned because of some failures and few people who didn´t work right. Many took advantage and still taking advantage of the song and the movie to continue the sentencing of education. But the film itself shows no salutary solution to these challenges. Rather, in the end of the same movie we saw students rising up and taking control of the school and what happens is a chaotic and anarchic vision with students destroying the school and the teachers. This view isn´t beneficial and serves to warn those who advocate the end of education and teachers that everybody are running a serious risk of living in a chaotic world where everyone only will have more problems. In some way we're already experiencing similar situations as the film's ending, where there isn´t more respect and interest in the education and educators. We are living near to the chaos in the schools with education and professionals being depreciated and different from the movie that says education creates humans to be handled easily. Nowadays students that are liking to have no education as the song wishes are really becoming manipulable men different from the others that have an education. The letter also suffers when it states that we are just a brick in the wall. It´s true that we are a brick in the whole process and maybe a brick can be missed in the "structure”, but some lacks of bricks certainly won´t hold a "structure ".
         
                                 Unlike the previous song, "School" introduces us to a universe more conciliatory about education and it preaches the need for participation and commitment of those involved in the process. The teacher is one who contributes and helps the students to learn, discover and prepares them for the world and life. The song calls to attention, respect and trust for the teachers guidelines and all he wishes is to help the students to become better persons.
          The two points of views above are different but it´s sure that in a way or another, less or more we´ve all had experiences with bad and/or cruel teachers. Maybe cried or stayed upset wishing to never return to school, but everybody have to remember the good moments  passed in school and the good teachers we had and how much we learned and how they were important to our growing as human being. No matter the problems, everybody must go on in life and keep believing that school it´s extremely necessary for all mankind. It helped us to get where we are and in the progress of people and the world. Finally we have to remember Henry Adams: “A teacher affects eternity; is impossible to tell where his influence stops”.
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Tradução para a Língua Portuguesa

Afetando a eternidade

Autor: JeanRichard - Texto para Redefor/Unesp

                                      
          É inegável que as canções "Another brick in the wall”(Mais um tijolo no muro) e "School"(Escola) são memoráveis ​​e importantes na história da música mundial. Ambas lidam com o universo escolar. A primeira através do Pink Floyd, se tornou um dos maiores clássicos da música e a segunda do Supertramp, embora menos conhecida é também relevante. Ambas são elogiadas pela crítica e público. A abordagem à educação é diferente nestas duas músicas, cada uma focalizando o tema com pontos de vista diferentes.
          Na letra da canção do Pink Floyd, a visão é muito radical ao dizer que as crianças não precisam de educação, a educação escolar. Com uma melodia marcante que agradou e ainda continua conquistando muitas pessoas, mesmo que elas não saibam o conteúdo de suas letras, é importante ao criticar a tentativa de se controlar o pensamento individual, através da massificação dos princípios e das idéias, a crueldade imposta pelo  "mais forte" (professores) sobre o "mais fraco" (estudantes). Mas para ter uma compreensão melhor e mais clara do trabalho da banda britânica devemos realmente ver o vídeo da canção no filme ópera-rock "The Wall". Nas cenas, podemos ver todo o radicalismo dessa visão crítica da educação. Extremos surgem em um universo sombrio e assustador mostrando os alunos da escola como em uma linha de montagem de fábrica, onde são submissas à crueldade e à indiferença de professores sem o senso comum e que humilham e desprezam a criatividade dos alunos.
          Temos que levar em conta que no momento em que a letra e o filme foram produzidos, o mundo estava vivendo um período de grandes protestos sociais e políticos e qualquer evidência de um mínimo de autoritarismo era fortemente condenada. Consequentemente, a educação e os professores foram juntados à lista dos manifestantes que lutavam por ideais mais libertários e acreditavam que a educação e os professores tinham sua parcela de culpa na busca por um mundo melhor. É verdade que existiram e continuam a existir carrascos na educação, mas a grande verdade é que eles sempre foram uma minoria que pode acontecer em qualquer classe social ou política. A educação e os professores nunca devem ser condenados por causa de algumas falhas e algumas pessoas que não trabalham direito. Muitos se aproveitaram e ainda aproveitam a música e o filme para continuar condenando a educação. Mas o filme em si não apresenta solução saudável para esses desafios. Pelo contrário, no final do mesmo filme vemos os alunos levantando-se contra e tomando o controle da escola e o que acontece é uma visão caótica e anárquica com os alunos destruindo a escola e os professores. Essa visão não é benéfica e serve de alerta para aqueles que defendem o fim da educação e dos professores e todos estão correndo um sério risco de viver em um mundo caótico onde todos só terão mais problemas. De certa forma já estamos enfrentando situações semelhantes, como no final do filme, onde não há mais respeito e interesse na educação e nos educadores. Estamos vivendo perto do caos nas escolas com a educação e os profissionais sendo depreciados e diferente do filme que diz que a educação cria seres humanos para serem manipulados facilmente, os estudantes atuais que estão gostando de não ter educação como deseja a canção é que estão realmente tornando-se  homens manipuláveis ​​diferente dos outros que têm uma educação. A letra também peca quando afirma que somos apenas um tijolo no muro. É verdade que somos apenas um tijolo em todo o processo e talvez um tijolo pode ser descartado na "estrutura", mas sem alguns tijolos, certamente não haverá uma "estrutura".
         Ao contrário da música anterior, "School" nos introduz a um universo mais conciliador sobre a educação e prega a necessidade de participação e compromisso dos envolvidos no processo. O professor é aquele que contribui e ajuda os alunos a aprender, descobrir e prepara-os para o mundo e a vida. A canção chama a atenção para o respeito e confiança nas orientações dos professores e tudo o que ele deseja é ajudar os estudantes a tornarem-se pessoas melhores.
          Os dois pontos de vista acima são diferentes, mas é certo que de uma forma ou de outra, mais ou menos, todos nós tivemos experiências com professores ruins e/ou cruéis. Talvez, chorado ou chateado desejando  nunca mais voltar para a escola, mas todos tem que lembrar os bons momentos passados ​​na escola e os bons professores que tivemos e o quanto aprendemos e como foram importantes para nosso crescimento como seres humanos. Não importam os problemas, todo mundo tem que seguir na vida e continuar acreditando que a escola é extremamente necessária para toda a humanidade. Ela ajudou a chegarmos onde estamos e no progresso das pessoas e do mundo. Finalmente temos que lembrar Henry Adams: "Um professor afeta a eternidade, é impossível dizer onde sua influência termina".

domingo, 22 de maio de 2011

Tijolos em ordem transformam-se em uma casa

            
   O pedreiro recebe uma planta pronta de uma casa. Pode não conhecer todos os cálculos efetuados pelo engenheiro que a planejou, mas é capaz de compreender e executar as etapas necessárias da sua construção, chegando ao objetivo final que é a conclusão da casa. Tijolo a tijolo, segue uma ordem e uma sequência lógica e perceptível para ele, para que possa alcançar o resultado final na sua obra.
              Assim, como na construção da casa, e considerando o letramento do pedreiro e do engenheiro para um fim específico, o professor deve “engenhar” as suas atividades seguindo uma sequência didática que possibilite ao aluno a compreensão durante suas etapas para se alcançar os objetivos propostos. Como facilitador, o professor deve estar atento aos contextos e discursos vivenciados pelos alunos e pelas comunidades em que vivem. Isso ajudará na escolha dos gêneros adequados a serem trabalhados. No decorrer de todo o processo é interessante não esquecer o pensamento de Dolz, Noverraz e Schneuwly , que salientam a importância de se trabalhar com a organização de módulos, contribuindo para que os problemas possam ser resolvidos e superados pelos próprios alunos.
              A progressão organizada a partir da situação inicial pode levar ao aluno a construção do conhecimento na língua inglesa, através de cada etapa do processo de ensino-aprendizagem. A interação e envolvimento aumentarão à medida que o aluno perceba que o que está aprendendo faz ou poderá fazer sentido para sua vida social.
              Portanto, é importante que como cada tijolo que o pedreiro utiliza para a construção de uma casa, o aluno, beneficiando-se de processos didáticos sequenciais e organizados, consiga construir seu conhecimento na língua inglesa, atingindo uma compreensão que o possibilite interagir com os diversos gêneros trabalhados, e assim, também visualizar sua “obra” concluída com sucesso.

Autor: Jean Richard

domingo, 15 de maio de 2011

Vivenciando o admirado mundo novo tecnológico

   Autor: Profº Jean Richard
            Já estamos vivendo em um “Admirável Mundo Novo” - emprestando o título da famosa obra de Aldous Huxley - e também desfrutamos de um momento, como na citação de Nicolas Berdiaeff no início do livro, onde: “As utopias parecem ser bem mais realizáveis do que se poderia acreditar antigamente.”. Outra semelhança possível do clássico literário com a sociedade atual é o Selvagem do livro que vive um dilema entre a alternativa utópica e primitiva. Muitas pessoas, inclusive professores, também vivem dilema semelhante. No caso dos professores o dilema é: Como? Quando? Onde? Para quê? Por que utilizar práticas tecnológicas em sala de aula?
              Para responder essas questões é necessário primeiramente saber que a utilização de práticas tecnológicas com o uso de internet, celulares, iPods, entre outras, podem tornar as aulas mais atrativas, já que muitos estudantes convivem, utilizam ou são familiarizados com as novas tecnologias e dado o interesse e curiosidade dos alunos com essa modernidade, cabe ao professor demonstrar as possibilidades de aprendizagem e progressos que eles podem adquirir sabendo aproveitar os recursos que as tecnologias oferecem. Mas, é nesse saber aproveitar os recursos que talvez resida o dilema de muitos professores. Muitas vezes por falta de estrutura adequada, conhecimento, qualificação ou até mesmo insegurança pessoal os docentes não utilizam a tecnologia como aliada e perdem a oportunidade de incrementar e valorizar suas atividades com os alunos. No caso específico para o aprendizado da língua inglesa a internet oferece uma infinidade de ferramentas como, videos, áudios, testes, jogos, textos, etc. As possibilidades de escolhas são quase infinitas com atividades para qualquer tipo de pessoa, faixa etária, série escolar e podendo-se trabalhar com os mais variados assuntos ou temas. Posso confirmar que as experiências são gratificantes, pois a interação e interesse dos alunos são grandes, principalmente com o uso de testes e jogos que estimulam a criatividade e o desafio, e com o estímulo permanente do professor para que acreditem em suas potencialidades para a resolução dos problemas sentem-se mais confiantes na tentativa de resolvê-los e assim aprender.
              Portanto é necessário que haja um incentivo constante do professor para o uso das novas tecnologias para o benefício de todos, mas ressaltando que não precisa-se abandonar totalmente o uso do velho e bom livro, mesmo porque não queremos e não precisamos ter pessoas condicionadas tecnologicamente desde a infância com ódio instintivo aos livros como ocorre no best-seller de Huxley. Citando novamente Berdiaeff -  “...As utopias são realizáveis. A vida caminha em direção às utopias.” - , termino afirmando, sejam as utopias individuais ou coletivas elas sempre existirão e o que precisamos primeiramente é compreender e viver o momento para realizarmos o futuro.

Aprender a aprender

        É com muita alegria e satisfação que inauguro meu blog. Agradeço a Deus esta oportunidade de poder comunicar-me e trocar ideias com os amigos internautas. Espero com minhas postagens contribuir para a conquista de mais informação e com certeza também poderei aprender com todo mundo.
        Minha primeira contribuição é um video para refletirmos sobre o ato de aprender.
        Boa reflexão!